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quinta-feira, 19 de abril de 2007

Bad Blocks and Low-Level Format.

Tradução de um artigo de Daniel B. Sedory

CUIDADO - Uma definição completamente equivocada do termo Low Level Format pode ser encontrada ate mesmo nas paginas dos fabricantes de hard disk dada a confusão que o termo causa entre os usuários de que low level format e um utilitário que pode re-mapear BadBlock (bad sectors) quando na realidade o que e oferecido pelos fabricantes não passa de um utilitário que ira escrever 0 em todo o hard disk, esse tipo de serviço faz com que os dados que se encontravam no disco seja substituído por 0, impossibilitando a sua recuperação.

Toda essa desinformação esta ligada ao fato de que não há interesse por parte dos fabricantes em dar muita informação aos usuários ou mesmo dar explicações técnicas. O fato e que desde 1992 quando da introdução dos discos ATA não se pode mais fazer um Low level format nos hard disk, no inicio dos anos 80 os hard disk usado eram os MFM e os RLL e os mais comumente usados eram os Seagate esses discos tinham entre 20 mb e 40 mb, e não vinham pré-formatado dai a necessidade do low level format nesses modelos e para tal usava-se o debug do dos para acessar o endereço C800 do disco, cadastrava-se os erros que vinham em uma lista anexada ao disco e preparamos o disco para a formatação de lato nível que era a formatação do OS (sistema operacional), hoje em dia os discos já vem pré-formatados e a interface IDE não permite a formatação de baixo nível (low level format).

Um Low Level Format (LLF) significa a localização das trilhas e setores fisicamente defeituosos no disco e seu remapeamento, apos isso teremos a formação das duas listas de defeito, uma chamada de P-LIST (physical defective list) que e conhecida como lista de defeito do fabricante, pois ela já vem de fabrica e somente o fabricante tem acesso a ela, e a outra lista que e a G-LIST (growing defective list) que e conhecida como lista de defeito do usuário. 

Os discos modernos são muito mais complexos que os discos MFM e RLL, os motores mudaram, as velocidades mudaram e os tamanhos mudaram, toda essa modernidade trouxe consigo uma estrutura interna muito complexa onde temos a ZBR (zone bit recording), um sistema chamado servo data, e outros controles extremamente minuciosos. 

É muito importante que os usuários e os vendedores e os técnicos estejam bem informados a respeito deste assunto, pois em um eventual problema é necessário que se tome a direção correta e também que não se faça um serviço incorreto pois em hard disk qualquer decisão errada normalmente não tem volta. Muitos hard disk que poderiam ser reparados e muitas recuperações que poderiam ser realizadas não tiveram sucesso porque "esbarraram" em decisões errôneas no primeiro momento. 

O que todos precisam entender é que da mesma forma que se pode "achar" um utilitário para se fazer um recovery na Internet, há bisturis à venda em varias casas do "ramo", nem por isso é recomendado que uma pessoa sem a devida formação profissional faça um parto cirúrgico em uma gestante.


"Caution: Misuse of the term “low-level format” can even be found on the web pages of major HDD manufacturers! Due to the misconception by consumers (probably because of faulty media stories) that erasing a drive can only be accomplished with a "low-level format" utility, many HDD manufacturers have finally started to use that term to describe zero-fill utilities instead; but it's still incorrect usage! (Some techs/HDD manufacturers are also using the mixed term: “low-level zero-fill” which is more accurate). "

"To Low-Level Format (LLF) a drive, really means to set up the physical locations of its tracks and sectors on the platter itself! And embed that data in the control structures of the drive! Because of the complexity of a modern drive's internal structures (which includes zoned-bit recording and even servo data on the disk itself), a true LLF can only be done at the factory! Very old (less than 30 MiB in most cases) MFM drives did have LLF programs that consumers could occasionally use; thus the reason for the idea that they might still be useful."


"The only site I've found which gives a comprehensive view and correct definitions for all formatting terms is: Low-Level Format, Zero-Fill and Diagnostic Utilities; or this page specifically about misuse of the term: Low-Level Formatting. One of the few HDD manufacturer pages that gently try to guide the consumer in the right direction can be found at Seagate's site here. A confusing letter from one HDD manufacturer dated JAN 2000 is found here; first it refers to a tiny drive utility as a "low-level format tool" (incorrectly), but then it proceeds to state why you cannot perform a low-level format on the HDD! "


This is an article from Daniel B. Sedory; a data recovery professional that lives and works at California USA.


Será permitido o uso do artigo desde que seja citada a fonte e o autor (LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998).

sábado, 14 de abril de 2007

Prevenir, detectar e reparar uma corrupção de arquivos em banco de dados.

Para se prevenir de um possível desastre nada é mais seguro que a manutenção do backup em dia, mas existem alguns procedimentos que podem colaborar para a prevenção de um possível desastre. Nos dias atuais tudo esta centralizado na administração de grandes massas de dados seja ela enquanto cadastro de clientes fornecedores contas a pagar, contas a receber, enfim toda a informação gerencial necessária a administração de uma empresa e uma grande ferramenta nessa área são os bancos de dados relacionais sendo que um dos mais usados é da Oracle.

Um desastre em um sistema administrativo pode ter diferentes causas, como por exemplo, um badblock no hard disk, um "bug" no sistema operacional, uma falha no sistema de arquivos, um problema ocorrido na SAN (Storage Area Network), um defeito na controladora RAID entre outros. Uma vez que o desastre não seja prevenido ou que não possa ser reparado poderá resultar em uma parada indesejável do sistema administrativo de uma empresa e dependendo até mesmo um dano difícil de ser minimizado em caso de falta de backup ou de uma falha no backup ou mesmo de um backup que não esteja atualizado.

Em função de todo esse cenário a Oracle desenvolveu e disponibiliza aos seus usuários um conjunto de técnicas altamente sofisticado para a prevenção e o reparo da maioria dos casos de corrupção de dados em seu banco de dados. Essas técnicas incluem recuperação de blocos danificados, backup automático e recuperação, recover transacional, recuperação de tabelas, e outros.

O conhecimento e a implementação destas técnicas poderá, na maioria das situações de corrupção de dados, poupar tempo esforço e estresse ao lidar com uma perda de dados e um eventual acidente.

Se você usa banco de dados relacional e não conhece essas técnicas entre em contato conosco a HDDLAB pode coloca-lo a par do assunto bem como disponibilizar material técnico para que você se informe e se atualize. Se você ainda não conhece a HDDLAB entre em nosso website e veja nossos serviços.

No caso de sua empresa estar passando por uma situação de desastre não hesite em nos contatar para uma eventual consulta sobre o seu caso, essa consulta é gratuita. A HDDLAB possui um corpo técnico com engenheiros especializados em bancos de dados bem como dispomos de sistemas proprietários para reparo e recuperação de database danificado.


Será permitido o uso do artigo desde que seja citada a fonte e o autor (LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998).

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