Queima de equipamentos, consumo fora do comum, quedas de energia e muito
mais… Um diagnóstico preciso de qualidade de energia pode trazer todas
as melhorias necessárias.
Vivemos em um mundo em que a energia elétrica é sinal de qualidade de
vida, em momentos indispensável, que envolve saúde, segurança, conforto e
outras tantas coisas que faz pensar se realmente projetos relacionados a
eletricidade devem ser colocados como complementares. Imagine uma
edificação hospitalar sem energia elétrica, é possível? De forma alguma.
Então Eletricidade não complementa ela viabiliza! Esse não é o foco
desse informativo, mas nos dá uma visão do quão importante é a
eletricidade na vida de todos.
Problemas relacionados a qualidade de energia são extremamente comuns
e com a característica marcante de diagnóstico tardio. Ou seja, os
“sintomas” apresentados pela instalação não são tratados com a devida
importância e em tempo hábil, o que faz com que o problema se agrave e
gere perdas graves. Oscilação de energia, consumo fora do comum, quedas
de energia, são exemplos de “sintomas” apresentados pela instalação
elétrica que podem estar relacionados a Qualidade de Energia. Essa área
de estudo pode ser compreendida, basicamente, como a aptidão de energia
elétrica em alimentar equipamentos ou quaisquer dispositivos que
consumam energia elétrica.
O termo qualidade de energia é usado normalmente para descrever a
energia elétrica que alimenta determinada carga, bem como a capacidade
da carga para funcionar corretamente. Sem a alimentação adequada um
aparelho elétrico pode funcionar mal, falhar prematuramente ou
simplesmente não funcionar.
Veja alguns dos distúrbios que devem ser avaliados em uma medição de qualidade de energia:
Transitórios, dos tipos impulsivos ou oscilatórios;
Variações de tensão de curta duração, que podem ser instantâneas, momentâneas ou temporárias;
Variações de tensão de longa duração, que podem ser de três tipos: interrupções, subtensões ou sobretensões sustentadas;
Desequilíbrios de tensão, causados por uma má distribuição de cargas monofásicas, e que fazem surgir no circuito tensões de sequência negativa;
Distorções da forma de onda, que podem ser classificadas em cinco tipos: nível cc, harmônicos, interharmônicos, “notching” e ruídos;
Oscilações de tensão, que são variações sistemáticas dos valores eficazes da tensão de suprimento (dentro da faixa compreendida entre 0,95 e 1,05 pu), e que podem ser aleatórias, repetitivas ou esporádicas;
Variações da frequência do sistema, que são definidas como sendo desvios no valor da frequência fundamental deste sistema (50 ou 60hz).
Há muitos aspectos em que energia elétrica pode ser de má qualidade e
muitas são as causas. Sendo assim é necessário que seja feito um estudo
de forma minuciosa com equipamentos adequados para medições de
parâmetros elétricos mais complexos que são indicadores dos problemas
relacionados a qualidade de energia.
Como podemos ver, há uma série de distúrbios que podem afetar o
funcionamento de um equipamento. Devemos estar atentos para identificar
cada um dos distúrbios e quais as perturbações que causam.
Com base em nossa experiência é possível afirmar que quase a
totalidade das instalações elétricas atuais (quase todas as atuais
instalações elétricas atuais) tem algum problema de qualidade da energia
elétrica. Edifícios residenciais, comerciais e de forma mais aguda no
meio industrial. É importante avaliar o efeito negativo destes
distúrbios para se evitar problemas maiores em sua instalação.
Fonte do material: Blog da Vorbe Engenharia e serviços.
Quer saber mais sobre como sua indústria pode economizar energia e obter maior eficiência energética nos processos produtivos?
Entre em contato pelo nosso telefone e ou e-mail: (16)992337851 /
josepinto at hddbrazil.com.br (substitua o at por @ e tire os espaços.
sexta-feira, 12 de outubro de 2018
Faça um Checklist e analise a eficiência energética da sua indústria.
A busca pela eficiência energética não se aplica apenas a grandes indústrias. O conceito é bastante amplo, sendo aplicável em todos os portes e segmentos industriais que utilizam eletricidade e qualquer outra fonte de energia. O uso planejado do recurso traz para o empresário diversos benefícios, relacionados, principalmente, à redução de custos e ao aumento da produtividade de motores e outros equipamentos.
Em um primeiro momento, o consumo industrial pode ser acompanhado a partir da análise da fatura mensal apresentada pelas concessionárias, embora um acompanhamento mais aprofundado seja necessário, por intermédio da leitura diária ou semanal de medidores de consumo instalados em diversos locais, como seções, galpões, circuitos e, até mesmo, nas máquinas.
“É importante, também, verificar se a demanda contratada é a ideal, por meio de uma análise do perfil de consumo da empresa nos últimos 12 meses, e se existe um consumo muito reativo (fator de potência baixo), que pode ser corrigido por meio de um banco de capacitores. Em uma segunda análise, deve-se fazer a verificação/substituição de motores e lâmpadas por opções mais eficientes, assim como a verificação de vazamentos nos compressores, no ar-condicionado e em outros equipamentos”, afirma Antônio Bento, CEO da IBS-Energy.
Análise de eficiência energética: checklist dos principais pontos de perda.
Um bom plano de operação e manutenção das instalações elétricas pode representar uma economia significativa de energia para a indústria. Dessa forma, para garantir a continuidade da produção e a segurança dos equipamentos, pontos importantes devem ser sempre avaliados.
“Não podemos esquecer que o uso da energia eficiente passa, também, pela conscientização das pessoas, e isso deve ser implantado como uma cultura da empresa”, ressalta o especialista.
Confira, a seguir, os principais pontos de perda de energia nas indústrias para neutralizá-los e garantir a eficiência energética da sua empresa.
1. Instalações elétricas
Quando falamos em instalações elétricas, as perdas mais significativas ficam por conta do efeito Joule, que nada mais é do que a passagem de corrente elétrica através de condutores, responsável por causar o aquecimento em transformadores, condutores, motores, lâmpadas etc.
Também existem as perdas por histerese em, que acontecem quando ocorre a imantação remanescente do ferro em todos os circuitos magnéticos submetidos a campos alternados, assim como as perdas causadas pelas correntes parasitas induzidas, chamadas de correntes de Foucault.
2. Energia ativa e reativa
Embora a energia ativa seja aquela que, efetivamente, produz o trabalho, a reativa é indispensável para produzir o fluxo magnético necessário para o funcionamento de motores, transformadores e outros equipamentos.
Em cada uma dessas energias existe uma corrente, também ativa e reativa. Ambas se somam vetorialmente e formam a chamada corrente aparente, que acaba por percorrer os diversos condutores do circuito, provocando aquecimento e gerando perdas por efeito Joule.
3. Transformadores
Nem todas as indústrias utilizam transformadores, mas naquelas que utilizam, dependendo da construção do transformador e do seu regime de funcionamento, podem ocorrer perdas significativas de energia.
Elas podem acontecer no circuito magnético por histerese, por correntes de Foucault e, até mesmo, por efeito Joule, provocando o aquecimento e o comprometimento da eficiência energética da empresa.
4. Circuitos de distribuição
Não haverá perda se os disjuntores, as chaves seccionadoras e chaves fusíveis estiverem em boas condições operacionais, além de dimensionados adequadamente para as correntes que por eles circulam.
A atenção maior deve ficar concentrada nos cabos condutores, pois as perdas são mais significativas e, por isso, devem ser analisadas criteriosamente.
5. Motores elétricos
A participação dos motores elétricos no consumo industrial é expressiva, principalmente os trifásicos. O principal parâmetro a ser analisado é a potência nominal do motor, que deve ser sempre adequada para o serviço ao qual se destina. Potências muito superiores ao necessário resultam em desperdícios de energia e perda de eficiência energética.
6. Iluminação
Geralmente, a iluminação tem uma parcela pequena no consumo total de energia de uma indústria, mas também pode ser utilizada de forma mais eficiente. Para isso, é preciso considerar um melhor aproveitamento da luz natural, além de buscar níveis de iluminação adequados e determinar as áreas efetivas de utilização desse recurso.
7. Equipamentos de aquecimento
Apesar de serem muito eficientes, fornos elétricos, estufas e sistemas de geração de calor podem apresentar perdas significativas de energia para a indústria metalomecânica. As características construtivas do equipamento, carregamento, aplicação, manuseio da carga, tempo e temperatura e como essas variáveis influem no resultado prático do equipamento devem ser consideradas.
8. Equipamentos de resfriamento
É possível obter melhorias de rendimento em todos os sistemas de refrigeração ao fazer uma melhor regulagem de termostatos, verificar o bom funcionamento e a limpeza de válvulas, além de manter, para cada trocador de calor de processo, o fluxo correto de água gelada.
Fonte: Blog a Voz da Indústria
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Entre em contato pelo nosso telefone e ou e-mail: (16)992337851 / josepinto at hddbrazil.com.br (substitua o at por @ e tire os espaços)
Em um primeiro momento, o consumo industrial pode ser acompanhado a partir da análise da fatura mensal apresentada pelas concessionárias, embora um acompanhamento mais aprofundado seja necessário, por intermédio da leitura diária ou semanal de medidores de consumo instalados em diversos locais, como seções, galpões, circuitos e, até mesmo, nas máquinas.
“É importante, também, verificar se a demanda contratada é a ideal, por meio de uma análise do perfil de consumo da empresa nos últimos 12 meses, e se existe um consumo muito reativo (fator de potência baixo), que pode ser corrigido por meio de um banco de capacitores. Em uma segunda análise, deve-se fazer a verificação/substituição de motores e lâmpadas por opções mais eficientes, assim como a verificação de vazamentos nos compressores, no ar-condicionado e em outros equipamentos”, afirma Antônio Bento, CEO da IBS-Energy.
Análise de eficiência energética: checklist dos principais pontos de perda.
Um bom plano de operação e manutenção das instalações elétricas pode representar uma economia significativa de energia para a indústria. Dessa forma, para garantir a continuidade da produção e a segurança dos equipamentos, pontos importantes devem ser sempre avaliados.
“Não podemos esquecer que o uso da energia eficiente passa, também, pela conscientização das pessoas, e isso deve ser implantado como uma cultura da empresa”, ressalta o especialista.
Confira, a seguir, os principais pontos de perda de energia nas indústrias para neutralizá-los e garantir a eficiência energética da sua empresa.
1. Instalações elétricas
Quando falamos em instalações elétricas, as perdas mais significativas ficam por conta do efeito Joule, que nada mais é do que a passagem de corrente elétrica através de condutores, responsável por causar o aquecimento em transformadores, condutores, motores, lâmpadas etc.
Também existem as perdas por histerese em, que acontecem quando ocorre a imantação remanescente do ferro em todos os circuitos magnéticos submetidos a campos alternados, assim como as perdas causadas pelas correntes parasitas induzidas, chamadas de correntes de Foucault.
2. Energia ativa e reativa
Embora a energia ativa seja aquela que, efetivamente, produz o trabalho, a reativa é indispensável para produzir o fluxo magnético necessário para o funcionamento de motores, transformadores e outros equipamentos.
Em cada uma dessas energias existe uma corrente, também ativa e reativa. Ambas se somam vetorialmente e formam a chamada corrente aparente, que acaba por percorrer os diversos condutores do circuito, provocando aquecimento e gerando perdas por efeito Joule.
3. Transformadores
Nem todas as indústrias utilizam transformadores, mas naquelas que utilizam, dependendo da construção do transformador e do seu regime de funcionamento, podem ocorrer perdas significativas de energia.
Elas podem acontecer no circuito magnético por histerese, por correntes de Foucault e, até mesmo, por efeito Joule, provocando o aquecimento e o comprometimento da eficiência energética da empresa.
4. Circuitos de distribuição
Não haverá perda se os disjuntores, as chaves seccionadoras e chaves fusíveis estiverem em boas condições operacionais, além de dimensionados adequadamente para as correntes que por eles circulam.
A atenção maior deve ficar concentrada nos cabos condutores, pois as perdas são mais significativas e, por isso, devem ser analisadas criteriosamente.
5. Motores elétricos
A participação dos motores elétricos no consumo industrial é expressiva, principalmente os trifásicos. O principal parâmetro a ser analisado é a potência nominal do motor, que deve ser sempre adequada para o serviço ao qual se destina. Potências muito superiores ao necessário resultam em desperdícios de energia e perda de eficiência energética.
6. Iluminação
Geralmente, a iluminação tem uma parcela pequena no consumo total de energia de uma indústria, mas também pode ser utilizada de forma mais eficiente. Para isso, é preciso considerar um melhor aproveitamento da luz natural, além de buscar níveis de iluminação adequados e determinar as áreas efetivas de utilização desse recurso.
7. Equipamentos de aquecimento
Apesar de serem muito eficientes, fornos elétricos, estufas e sistemas de geração de calor podem apresentar perdas significativas de energia para a indústria metalomecânica. As características construtivas do equipamento, carregamento, aplicação, manuseio da carga, tempo e temperatura e como essas variáveis influem no resultado prático do equipamento devem ser consideradas.
8. Equipamentos de resfriamento
É possível obter melhorias de rendimento em todos os sistemas de refrigeração ao fazer uma melhor regulagem de termostatos, verificar o bom funcionamento e a limpeza de válvulas, além de manter, para cada trocador de calor de processo, o fluxo correto de água gelada.
Fonte: Blog a Voz da Indústria
Quer saber mais sobre como sua indústria pode economizar energia e obter maior eficiência energética nos processos produtivos?
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Eficiência Energética - Ministério do Meio Ambiente e Ministério da Cultura
A interferência no consumo de energia pode ser relacionada à algumas variáveis, tais como: elementos construtivos da envoltória, orientação dos compartimentos, tamanho de vãos de abertura, posição das esquadrias, número e tipo de lâmpadas e luminárias, equipamentos de condicionamento de ar e demais equipamentos, assim como uso adequado dos aparelhos, mantendo-os sempre em boas condições.
Vários motivos tornam a economia de energia imprescindível, pois a ‘redução da demanda de energia elétrica permite uma redução da necessidade de expansão do setor de produção de energia’ (Pedrini, 2011).
Pode, ainda, reduzir custos de investimentos e o impacto ambiental, além de outros benefícios, tais como:
Redução dos custos operacionais do edifício através da redução das dimensões de equipamentos e infraestrutura;
Redução nos custos de manutenção, melhoria das condições de trabalho; Aumento do valor do edifício e do retorno do investimento;
Melhoria da relação do edifício com a comunidade, como redução de ruídos e de descarga de calor dos sistemas de ar condicionado. (WORLDBUILD, 2001).
Eficiência do envelope
As edificações devem ser pensadas a fim de proporcionar conforto ambiental aos seus ocupantes sem que para isso seja necessário um consumo exagerado de energia elétrica. (PROCEL, 2004).
Pode-se entender então, que a edificação é o elemento que ‘intermedia as relações entre o meio ambiente externo e o microclima interno criado’ (RIBEIRO, 2010), e que a forma da edificação pode contribuir de maneira positiva ou negativa com a ventilação e iluminação natural e também com os fluxos térmicos. Os dois primeiros, ventilação e iluminação, podem surgir como elementos de projeto e favorecer na composição arquitetônica:
"[...] através do próprio desenho arquitetônico, sem outras considerações além das que dizem respeito ao lugar, clima, às orientações, à insolação, podem ser melhoradas as condições de habitat antes de se recorrer a técnicas ou sistemas tecnológicos. (CUNHA et al, 2006)."
Os elementos construtivos, tais como paredes e coberturas, podem permitir um ganho excessivo de calor, quando dimensionados erroneamente para a região geográfica na qual se encontra. Os projetos que visam reduzir a iluminação e condicionamento artificiais, e consequentemente diminuir o consumo de energia, têm de levar em consideração variáveis e princípios que muitas vezes não recebem a devida atenção nos projetos arquitetônicos. É fundamental a preocupação com o isolamento térmico dos componentes da envoltória (paredes externas, coberturas, vidros), a inércia térmica, assim como a proteção à insolação direta nos locais mais quentes e o aproveitamento da luz natural difusa, entre outros.
Eficiência dos equipamentos e sistemas
Quanto ao sistema de iluminação os projetos luminotécnicos devem ter como principal objetivo reduzir a potência instalada, através da substituição por equipamentos (lâmpadas e reatores) com eficiência energética e vida útil maiores, no entanto assegurando a qualidade da iluminação para cada atividade a ser desenvolvida nos locais, de acordo com as normas técnicas pertinentes. O aproveitamento da luz natural na divisão do acionamento dos circuitos e implementação de sistemas de controle da iluminação também interferem no consumo de energia do sistema.
O sistema de condicionamento artificial, responsável pela maior parte do consumo de energia dos edifícios comerciais e públicos, deve ser projetado de forma a prover o conforto térmico aos usuários com o menor consumo possível, utilizando equipamentos eficientes energeticamente. O projeto observando o cálculo de carga térmica correto e o atendimento às normas técnicas, levando em consideração questões como a renovação de ar, isolamento das tubulações do sistema, dentre outros é fundamental.
OPERAÇÃO
O diagnóstico energético é um trabalho realizado com o objetivo de analisar condições de operação de motores, sistemas de iluminação, transformadores, elevadores, sistemas de ar condicionado e outros. Esta análise visa observar as condições de operação dos equipamentos comparando com o seu correto dimensionamento e suas condições de operação, a fim de identificar pontos de desperdício de energia.
Medidas operacionais também são analisadas neste tipo de trabalho. Elas identificam a mudança de horários de funcionamento de determinados sistemas, assim como o deslocamento de cargas para horários onde o pico da demanda esteja menor, a fim de melhorar o fator de carga da instalação e diminuir o valor da demanda contratada. É importante ressaltar que todas as medidas apontadas em um diagnóstico energético visam melhorar a eficiência e eliminar o desperdício, mantendo o mesmo nível de produção e conforto estabelecidos para o bom funcionamento da organização. Um bom exemplo de desperdício de energia na operação é se em algum momento, durante o verão, você sente frio em um ambiente condicionado ou necessita levar um “casaquinho” para usar neste ambiente.
MANUTENÇÃO
Para reduzir o desperdício de energia uma ação importante é a criação de um programa de manutenção preventiva. A manutenção preventiva permite a eliminação de problemas que venham a ocasionar desperdício de energia, possibilidade de riscos de acidentes com pessoas e prejuízo ao patrimônio da organização.
Para facilitar o trabalho da equipe de manutenção é preciso informar aos usuários os dias e horários das vistorias, assim é possível a realização do trabalho. É importante também que se tome consciência que a realização da manutenção de forma preventiva é muito mais econômica que solucionar os problemas só depois que eles ocorrem. A manutenção e limpeza de luminárias e de filtros de condicionadores de ar, por exemplo, mantém o bom desempenho dos sistemas e reduzem o consumo de energia.
Quer saber mais sobre como obter maior eficiência energética e economia de Energia em sua empresa? Entre em contato pelo nosso telefone e ou e-mail: (16)992337851 / josepinto at hddbrazil.com.br (substitua o at por @ e tire os espaços).
Fonte: MME Governo Brasileir
Vários motivos tornam a economia de energia imprescindível, pois a ‘redução da demanda de energia elétrica permite uma redução da necessidade de expansão do setor de produção de energia’ (Pedrini, 2011).
Pode, ainda, reduzir custos de investimentos e o impacto ambiental, além de outros benefícios, tais como:
Redução dos custos operacionais do edifício através da redução das dimensões de equipamentos e infraestrutura;
Redução nos custos de manutenção, melhoria das condições de trabalho; Aumento do valor do edifício e do retorno do investimento;
Melhoria da relação do edifício com a comunidade, como redução de ruídos e de descarga de calor dos sistemas de ar condicionado. (WORLDBUILD, 2001).
Eficiência do envelope
As edificações devem ser pensadas a fim de proporcionar conforto ambiental aos seus ocupantes sem que para isso seja necessário um consumo exagerado de energia elétrica. (PROCEL, 2004).
Pode-se entender então, que a edificação é o elemento que ‘intermedia as relações entre o meio ambiente externo e o microclima interno criado’ (RIBEIRO, 2010), e que a forma da edificação pode contribuir de maneira positiva ou negativa com a ventilação e iluminação natural e também com os fluxos térmicos. Os dois primeiros, ventilação e iluminação, podem surgir como elementos de projeto e favorecer na composição arquitetônica:
"[...] através do próprio desenho arquitetônico, sem outras considerações além das que dizem respeito ao lugar, clima, às orientações, à insolação, podem ser melhoradas as condições de habitat antes de se recorrer a técnicas ou sistemas tecnológicos. (CUNHA et al, 2006)."
Os elementos construtivos, tais como paredes e coberturas, podem permitir um ganho excessivo de calor, quando dimensionados erroneamente para a região geográfica na qual se encontra. Os projetos que visam reduzir a iluminação e condicionamento artificiais, e consequentemente diminuir o consumo de energia, têm de levar em consideração variáveis e princípios que muitas vezes não recebem a devida atenção nos projetos arquitetônicos. É fundamental a preocupação com o isolamento térmico dos componentes da envoltória (paredes externas, coberturas, vidros), a inércia térmica, assim como a proteção à insolação direta nos locais mais quentes e o aproveitamento da luz natural difusa, entre outros.
Eficiência dos equipamentos e sistemas
Quanto ao sistema de iluminação os projetos luminotécnicos devem ter como principal objetivo reduzir a potência instalada, através da substituição por equipamentos (lâmpadas e reatores) com eficiência energética e vida útil maiores, no entanto assegurando a qualidade da iluminação para cada atividade a ser desenvolvida nos locais, de acordo com as normas técnicas pertinentes. O aproveitamento da luz natural na divisão do acionamento dos circuitos e implementação de sistemas de controle da iluminação também interferem no consumo de energia do sistema.
O sistema de condicionamento artificial, responsável pela maior parte do consumo de energia dos edifícios comerciais e públicos, deve ser projetado de forma a prover o conforto térmico aos usuários com o menor consumo possível, utilizando equipamentos eficientes energeticamente. O projeto observando o cálculo de carga térmica correto e o atendimento às normas técnicas, levando em consideração questões como a renovação de ar, isolamento das tubulações do sistema, dentre outros é fundamental.
OPERAÇÃO
O diagnóstico energético é um trabalho realizado com o objetivo de analisar condições de operação de motores, sistemas de iluminação, transformadores, elevadores, sistemas de ar condicionado e outros. Esta análise visa observar as condições de operação dos equipamentos comparando com o seu correto dimensionamento e suas condições de operação, a fim de identificar pontos de desperdício de energia.
Medidas operacionais também são analisadas neste tipo de trabalho. Elas identificam a mudança de horários de funcionamento de determinados sistemas, assim como o deslocamento de cargas para horários onde o pico da demanda esteja menor, a fim de melhorar o fator de carga da instalação e diminuir o valor da demanda contratada. É importante ressaltar que todas as medidas apontadas em um diagnóstico energético visam melhorar a eficiência e eliminar o desperdício, mantendo o mesmo nível de produção e conforto estabelecidos para o bom funcionamento da organização. Um bom exemplo de desperdício de energia na operação é se em algum momento, durante o verão, você sente frio em um ambiente condicionado ou necessita levar um “casaquinho” para usar neste ambiente.
MANUTENÇÃO
Para reduzir o desperdício de energia uma ação importante é a criação de um programa de manutenção preventiva. A manutenção preventiva permite a eliminação de problemas que venham a ocasionar desperdício de energia, possibilidade de riscos de acidentes com pessoas e prejuízo ao patrimônio da organização.
Para facilitar o trabalho da equipe de manutenção é preciso informar aos usuários os dias e horários das vistorias, assim é possível a realização do trabalho. É importante também que se tome consciência que a realização da manutenção de forma preventiva é muito mais econômica que solucionar os problemas só depois que eles ocorrem. A manutenção e limpeza de luminárias e de filtros de condicionadores de ar, por exemplo, mantém o bom desempenho dos sistemas e reduzem o consumo de energia.
Quer saber mais sobre como obter maior eficiência energética e economia de Energia em sua empresa? Entre em contato pelo nosso telefone e ou e-mail: (16)992337851 / josepinto at hddbrazil.com.br (substitua o at por @ e tire os espaços).
Fonte: MME Governo Brasileir
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